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Trajetória de vida inspirada por grandes personagens: Dona Carolina Ribeiro


A Professora Carolina Ribeiro é uma das principais vias da Chácara Klabin e nos acostumamos a repetir esse nome. Mas você sabe quem foi a mulher homenageada na 
nomenclatura da rua?
Paulista de Tatuí, Carolina Ribeiro nasceu em 28 de janeiro de 1892 e faleceu aos 90 anos, em 15 de abril de 1982, deixando importante legado para a educação na carreira que percorreu no magistério público e desbravou na hierarquia institucional, até então fechados à atuação feminina.
Em 1907, concluiu seus estudos, muito jovem, aos quinze anos, formando-se professora na Escola Complementar de Itapetininga. Iniciou sua carreira no magistério no ano seguinte, em 1908, como substituta efetiva da Escola Modelo anexa à Normal de Itapetininga e, desde então, dedicou-se ao ensino público paulista. Em 1912, tornou-se substituta efetiva e adjunta no Grupo Escolar de São Manuel, transferindo-se para a capital no ano seguinte, em 1913, para lecionar no Grupo Escolar ‘Maria José’.
Dirigente da Escola Caetano de Campos, a vanguarda do ensino paulista, no período de 1939 a 1948 e primeira mulher a assumir o cargo de Secretária da Educação desse Estado, em 1955, Ribeiro estreitou relações com organizações católicas, para defender a educação paulista das ameaças de hegemonia política e educacional na estruturação do Estado naquela época. Carolina Ribeiro era definitivamente, uma mulher à frente de seu tempo.
Escreveu ainda, poesias infantis, comédias e alegorias. Publicou as obras: A Educação extraescolar, Centenário do Ensino Normal – Poliantéia O Ensino em São Paulo através da História. Recebeu o Prêmio Roquete Pinto, em 1978, como educadora emérita. Em 1982, ano de sua morte, foi homenageada, com busto esculpido em bronze pelo artista plástico, Luiz Morrone, na Praça da República, de frente para o edifício da Escola Caetano de Campos.

Dona Carolina Ribeiro , era mencionada frequentemente por Noemy da Silveira Rudolfer como alguém presente em sua vida,  e sempre se referia a ela como "madrinha".
De porte nobre , inspirava competência ,confiança e respeito em mim, pois segundo relato teria sido ela quem alertousobre a presença de uma parente em um orfanato, em Bragança Paulista . Sim, eu mesma, transformando o rumo de minha vida. À ela toda a minha gratidão !

Texto copiado de um site na internete !

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